Solução para resíduos sólidos urbanos

A BIO 8 oferece soluções economica e ambientalmente sustentáveis para o beneficiamento e aproveitamento dos Resíduos Sólidos Urbanos (RSU). A partir de um modelo de tecnologia inovadora e patenteado é oferecida uma solução que atende os requisitos de escala de municípios de variados tamanhos.

O derretimento dos polímeros é feito apenas pelo atrito, sem energia elétrica como resistência. É gerado calor, fazendo com que o material se funda naturalmente, gerando uma economia de cerca de 50% a menos do que se fosse fazer um sistema convencional que não mistura tudo. Considerando este conceito, a Bio 8 propõe a instalação de usinas para que seja feita a desidratação dos resíduos antes de eles serem enterrados ou processados. 

A Bio 8 criou também um método para desidratar o lixo. De acordo com o desenvolvedor de equipamentos de reciclagem há 28 anos, Mauro Veiga, “Para tirar a água do lixo com calor, é necessária muita energia, o que desestimula as empresas e os municípios a adotar este sistema. A média nacional é 1 quilo por habitante. Em uma cidade como Novo Hamburgo, por exemplo, com 260 mil habitantes, cerca de 200 toneladas de lixo todo dia vai para a estação. De 200 toneladas, 100 são de orgânico e água. Então, quanto de energia eu teria que colocar para tirar 100 toneladas todos os dias? Desenvolvemos, por isso, uma desidratação mecânica”, explica.

Segundo Mauro, é como se “torcesse” o lixo, extraindo a água por meio de uma força mecânica. “Sobra um lodo, que se transforma em um composto na máquina, para virar biogás que gera energia elétrica para a própria usina, que se torna autossustentável. Com esses 95% que sobram, tirando latinha, PET, papelão, faremos esse processo virar produto e energia do lodo. É uma tecnologia brasileira, gaúcha, que vai ser muito falada, porque é economicamente viável”, revela, destacando ainda que “não tem superfaturamento, nem política no meio”.

Salienta que, em um mundo ideal, se todo resíduo fosse separado e limpo, seria possível aproveitar praticamente 100%. “No mundo real, não é assim, mas podemos chegar perto desse número com a máquina que desenvolvemos, porque ela aceita tudo, e temos uma solução diferenciada para os resíduos”, avalia.

Mauro explica que, na Europa, todo o lixo é separado, diferentemente do que ocorre no Brasil. “Em alguns lugares existe a coleta seletiva, mas na verdade não funciona.” Para ele, pode ser uma grande solução aos municípios que estão sem recursos, mas que precisam atender à Política de Resíduos Sólidos, dando o tratamento adequado para o lixo. “É uma solução para acabar com os aterros, eliminando o custo da logística. O maior impacto será transformar o lixo de uma cidade”, finaliza.

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